Hoje eu tiro o atraso, hehehehehe…..

Então gente, como fiquei muito tempo sem novos Posts, vou acrescentar mais um hoje. É uma ótima dica para que quer seguir uma carreira, ou quem já trabalha com o Protheus ter um material de apoio.

Você sabe o que é um ERP?

ERP (Enterprise Resource Planning) são sistemas de informação que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema. A integração pode ser vista sob a perspectiva funcional (sistemas de: finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc) e sob a perspectiva sistêmica (sistema de processamento de transações, sistemas de informações gerenciais, sistemas de apoio a decisão, etc).

Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa, possibilitando a automação e armazenamento de todas as informações de negócios.

Vantagens

Algumas das vantagens da implementação de um ERP numa empresa são:

  • Eliminar o uso de interfaces manuais
  • Reduzir custos
  • Otimizar o fluxo da informação e a qualidade da mesma dentro da organização (eficiência)
  • Otimizar o processo de tomada de decisão
  • Eliminar a redundância de atividades
  • Reduzir os limites de tempo de resposta ao mercado
  • Reduzir as incertezas do Lead time
  • Incorporação de melhores práticas (codificadas no ERP) aos processos internos da empresa
  • Reduzir o tempo dos processos gerenciais

Desvantagens

  • A utilização do ERP por si só não torna uma empresa verdadeiramente integrada;
  • Altos custos que muitas vezes não comprovam a relação custo/benefício;
  • Dependência do fornecedor do pacote;
  • Adoção de melhores práticas aumenta o grau de imitação e padronização entre as empresas de um segmento;
  • Torna os módulos dependentes uns dos outros, pois cada departamento depende das informações do módulo anterior, por exemplo. Logo, as informações têm que ser constantemente atualizadas, uma vez que as informações são em tempo real, ocasionando maior trabalho;
  • Aumento da carga de trabalho dos servidores da empresa e extrema dependência dos mesmos;

Microsiga Protheus

O Microsiga Protheus é uma linha de software ERP/CRM, baseada na tecnologia By You, criada e desenvolvida pela TOTVS.

Os processos de negócio do software se apóiam em práticas consagradas no mercado, abrangendo processos administrativos e setoriais, nas áreas de serviços, saúde, jurídico, agroindústria, logística, construção e varejo.

É compatível com diversos segmentos do mercado, tamanho de empresas e países. A tecnologia empregada no software possibilita conectividade, escalabilidade, flexibilidade, integração e portabilidade.

A linha Microsiga Protheus utiliza a tecnologia By You, a qual opera sobre a estrutura Client/Server nível 5, em que se destacam 3 camadas de aplicação:

  • Client: responsável pela apresentação da aplicação (Front-End ).
  • Application Server: encarregada de todo processamento das regras de negócio.
  • Banco de Dados: cuida do gerenciamento dos dados no Sistema.

O Application Server é um middleware preparado para a arquitetura SOA, e para o conceito de SaaS, atuante como um intérprete e facilitador, “traduzindo” e conectando os comandos da linguagem com o Framework da linha Microsiga Protheus. Além disto, esta camada funciona sobre um ambiente de Load Balancing.

O Framework da Linha Microsiga fornece diversos facilitadores e aceleradores de desenvolvimento baseados no padrão MVC.

A linha Microsiga Protheus possui quatro entidades de segregação de empresas:

  • Grupo de empresas.
  • Empresa.
  • Unidade de negócio.
  • Filial.

O Grupo de Empresas é um agrupador, permite que empresas participantes do mesmo grupo compartilhem tabelas físicas do banco de dados e das configurações do metadado do software. A entidade Empresa é um agrupador de Unidades de Négocio ou Filiais e é obrigatória, pois permite que os registros das tabelas de uma empresa sejam compartilhados entre as demais. A entidade Unidade de Negócio é um agrupador opcional de Filiais; sua função é facilitar a extração e classificação dos dados do software. Assim, os registros das tabelas de uma unidade de negócio podem ser compartilhados com as demais. A entidade Filial faz a interface de identificação Fiscal/Tributária do software; é obrigatória e deve ser configurada conforme a legislação do país. Desta forma, os registros das tabelas de uma filial podem ser compartilhados entre as demais.

Há situações em que as empresas necessitam dividir as Filiais em unidades autônomas para fins gerenciais. Para isto, o software conta com um conceito chamado Entidades Contábeis, que permite a configurações de divisões e subdivisões de filiais na Contabilidade.

Disponibilizo aqui os materias de Arquitetura e Instalação e Configurador do Microsiga Protheus10.

Let’s Share.

Boa Tarde Pessoal,

Depois de um tempo sem postar, volto para compartilhar um pouco de meus últimos projetos.

Há aproximadamente 3 anos tive contato com um software de gestão de projetos o dotProject, eu estava acostumado a trabalhar com o MS-Project, porém meus clientes tem tido a demanda de algo mais “barato”, então lembrei-me desse software poderoso, do qual faço um relato agora.

O dotProject é um sistema de gerenciamento de projetos em software livre de fácil utilização, com um conjunto de funcionalidades e características que o tornam indicado para implementação em ambientes corporativos, pois atende a diversas necessidades de gerentes e Escritórios de Projetos.

O acesso ao dotProject é feito através de um navegador web, assim sua utilização independe de sistema operacional e instalação na máquina do usuário, pois é executado em um servidor de rede. Em termos mais técnicos, o dotProject é um sistema escrito em PHP, que utiliza banco de dados MySQL.

Do ponto de vista do licenciamento, trata-se de um software livre, de código aberto, que é distribuído sob a licença “GNU-GPL”. Isto significa que seus usuários detêm o poder de copiá-lo gratuitamente da internet, fazer sua instalação, executar alterações para melhorá-lo e até mesmo distribuí-lo novamente, desde que a licença GNU-GPL seja mantida. Não é preciso, portanto, contratar uma empresa para fornecer esta ferramenta, mas pode ser feito investimento para torná-la mais adequada ao negócio da instituição, o que normalmente não é possível nos softwares proprietários.

O dotProject vem se caracterizando como uma opção interessante para instituições que necessitam de um sistema de gerenciamento de projetos (SIGP) e consideram a utilização de um software livre para esta finalidade. Apesar de existirem outras ferramentas livres que exercem em menor ou maior extensão a função de SIGP, uma série de Instituições já decidiram pelo uso do dotProject.

No Brasil, o dotProject possui uma comunidade bastante ativa, que se organiza por meio deste site e de uma lista de discussão de suporte técnico, acessível em http://listas.softwarelivre.org/cgi-bin/mailman/listinfo/dotproject-br.

Hoje o dotProject está em sua versão 2.1.5 e apresenta uma série de funcionalidades úteis para o trabalho de gerenciamento de projetos. Não, ele não é completo. Há funções que precisam ser desenvolvidas, outras carecem de melhorias e isto vem ocorrendo na medida em que a comunidade trabalha. Há mais de 20 módulos que adicionam capacidades ao sistema, desenvolvidos por usuários no mundo todo.

Comecei a utilizar o dotProject e não consigo mais parar, hehehhehehehe…. Com ele meu trabalho está melhor controlado, e tenho uma interatividade maior com meus clientes, visto que eles tem acesso aos projetos que desenvolvo e podem acrescentar atividades, horas de trabalho, discussões, etc.

Acabei também com alguns problemas que tinha com relação a apontamento de horas, pois meus clientes também tem um melhor controle de horas de trabalho executadas e etapas concluídas.

Recomendo a todos a utilização do software.

Segue aqui o link da comunidade dotProject no Brasil: www.dotproject.com.br

E caso você queira ter idéia de suas funções, pode visualizar um pequeno tutorial que fiz para (bem nas coxas) um treinamento, clicando aqui.

Abraços Pessoal,

E segue meus contatos:

E-mail: professordanielmartins@gmail.com

MSN: daniel_mc_off@hotmail.com

Twitter: @profdanielmc

Facebook: http://www.facebook.com/profile.php?id=100002280013694

Administrar Ciência ou Arte

Publicado: 30 de setembro de 2010 em Uncategorized

Administrar: Ciência ou Arte

Existem duas formas de entendermos e definirmos administração, duas formas completamente antagônicas, que já causaram muitas controvérsia, chegando mesmo a serem tidas como irreconciliáveis. Para os seguidores de T. Levitt, por exemplo, “administrar consiste em analisar racionalmente uma situação e selecionar os objetivos a serem alcançados, desenvolvendo sistematicamente estratégias para atingir tais objetivos, coordenando os recursos, desenhando racionalmente a estrutura, dirigindo e controlando com precisão, e finalmente motivando e recompensando as pessoas que trabalham para que os objetivos sejam efetivamente alcançados”. Já os seguidores de Henry Boettinger entendem que: “administrar consiste em arrastar a outros, e isso implica, para quem administra, a capacidade de compreender as necessidades e os desejos dos outros para compartilhar com eles uma visão que aceitam como própria”.

Evidentemente, que os seguidores da primeira proposta entendem a administração como um processo técnico, fundamentalmente racional, ou seja uma ciência que se aprende mediante uma adequada formação e se aperfeiçoa com o passar dos anos. Porém se isto fosse inteiramente verdade não haveriam grandes empresários que pouco ou quase nunca freqüentaram os bancos escolares, ou melhor ainda poderíamos apostar que o filho de um grande administrador seria, conseqüentemente um grande administrador.

Os seguidores da segunda proposta, pelo contrário, entendem que administrar tem muito mais de arte – visão, intuição, lampejo – do que de técnica. Neste caso substitui-se o executivo pelo líder, que através da intuição e de talento conseguem desenvolver empresas e organizações com futuro, a partir de uma simples idéia. Isto representa o verdadeiro espírito empreendedor. Porém se isto fosse completamente verdade, não teríamos um grande índice de mortalidade infantil das nossas empresas (80% das empresas criadas, fecham no seu primeiro ano de existência – fonte: SEBRAE), e isto ocorre basicamente porque o líder, o empreendedor desconhece completamente a técnica administrativa.

Talvez, a única possibilidade de conciliação existente está na definição de Peter Drucker: “as tarefas administrativas exigem, pelo menos quatro diferentes tipos de personalidade: o homem-pensamento, o homem-ação, o homem-pessoa, e o homem-fronteira… Estes quatro temperamentos, contudo, quase nunca se encontram num mesmo indivíduo”. É evidente que só em raras oportunidades estas quatro virtudes ocorrem numa mesma pessoa, porém o administrador deve esforçar-se pelo menos para, a nível estratégico, interpretar as tendências do mercado e dos recursos que dispõe, e adaptar a organização a seus condicionamentos internos e externos, não se afastando muito da tendência definida previamente. Já a nível interpessoal, o administrador deve manter um contato estreito com seu grupo, coordenando os esforços, e exercendo efetivamente a liderança.

Não se espera de um bom administrador, um super-homem, espera-se apenas um bom político, que desta forma ele estará aliando a arte e a ciência.

MSc. Eng. Luiz Arnaldo Biagio é Professor de Administração da Produção na Faculdade Prudente de Moraes,Coordenador do Núcleo de Desenvolvimento Empresarial de Itu – Incubadora de Itu, e diretor da Intellecto Consultoria e Treinamento Ltda.

Exercícios de Excel

Publicado: 24 de agosto de 2010 em Exercícios
Tags:, , ,

Olá Pessoal, devido as grandes e exaustivas solicitações, segue abaixo o link para meu site onde coloco exercícios do Excel Básico e algumas funções mais avançadas:
Lista de Exercícios do Excel

Espero que todos aproveitem bastante essa ferramenta, em breve aqui, mais exercícios de outras áreas.

Um abraço a todos.

Prof. Daniel

Uma boa opção de carreira: SAP

Publicado: 19 de agosto de 2010 em Uncategorized


Há algum tempo atrás (alguns anos na verdade)comecei a verificar todas as saídas profissionais em TI, e uma que me chamou a atenção foi atuar com ERP’s, CRM’S e BI (uma linha de trabalho em que atuo desde 2001, com vários programas).

Dentre essas opções vi que o mercado possui alguns grandes nomes: Protheus, Sapiens, e SAP.
Aqui gostaria de falar primeiramente sobre o SAP, ele é o maior ERP do mundo (desculpe-me se alguém não acha isso), e é utilizado por empresas multinacionais, no caso aqui de Curitiba: Petrobras, Exxon Mobil, Renault, Audi, Spaipa, entre outras grandes.
Verifiquei que o mercado busca profissionais especializados e qualificados nesse software, e que paga bem por isso e existem vagas sobrando.
Cadastrando-me em alguns sites de empregos em TI para fazer a pesquisa sobre o mercado de trabalho, recebi ofertas de emprego que chegavam facilmente a R$ 4.000,00, e outras que ultrapassavam os R$ 8.000,00, isso claro com estudo e a certificação dos módulos do SAP.

Vejam por exemplo esta vaga:

Empresa Contratante: Murad Consultoria & Sistemas Ltda
Local: BELO HORIZONTE
Cargo: ANALISTAS FUNCIONAIS SAP
Cargo horária: 8 HORAS DIARIAS
Modalidade de contratação: PJ – CLT
Experiência desejada: PERFIL SENIOR
Detalhes/Atividades
ATIVIDADES RELATIVAS A FUNCIONAIS SAP EM TODOS O6S MODULOS
Pré-requisitos Imprescindíveis
ACADEMIA SAP
Faixa Salarial: DE R$ 4.001,00 A R$ 5.000,00
Cidade: BELO HORIZONTE-MG
Quantidade de vaga(s): 7

Acho que é uma vaga bastante interessante, principalmente levando-se em conta que um Analista de Sistemas JR em Curitiba, ganha entre R$ 1.500,00 e 2.500,00 (claro que há salários maiores, mas são exceção normalmente).
Existem várias instituições, inclusive em Curitiba que disponibilizam a Academia SAP, os preçõs são salgados, porém o retorno do investimento é rápido.
Claro, aconselho que se você quiser atuar nessa área, busque conhecer sobre negócios, como funcionam cada área da empresa, e de preferência apronfunde-se em uma, pois o SAP é dividido em módulos, e cada correponde a uma área da empresa, como Logística, Vendas, Produção, FInanceiro, etc…
Não esqueça também da língua inglesa, fundamental ter no mínimo em nível intermediário, e o ideal avançado/fluente, uma segunda língua interessante é o Espanhol e Francês.

E corra, pois agora o SAP está expandido suas atividades para atender as médias e pequenas empresas.

Vamos ler um pouco mais sobre o SAP e tentar entender como ele funciona:
SAP ERP
SAP ERP (até 2003 SAP/R3, até 2007 mySAP ERP) é um sistema integrado de gestão empresarial (ERP) transacional, produto principal da SAP AG, uma empresa alemã, líder no seguimento de software corporativos, tendo cerca de 86 mil clientes, segundo a própria SAP, em todo mundo, dentre a grande maioria empresas de grande porte.

O sistema procura contemplar a empresa como um todo, dividido em módulos, onde cada módulo corresponde a uma área especifica, como por exemplo, o módulo SD (Sales and Distribution) que contempla a área de Vendas e Distribuição, fazendo a integração das informações para determinado processo. Cada programa, é executado através de uma transação separadamente. Estes programas são desenvolvidos em ABAP, uma linguagem de programação, na qual a SAP detem os direitos.

Cada módulo é responsável por mais mil processos de negócios, baseado em práticas do dia a dia de cada empresa, o sistema é configurado para atender a necessidade de cada determinado processo, onde mais de 8 mil tabelas administram em tempo real as informações que trafegam pela empresa.

Evolução
O primeiro produto importante da SAP foi R/2, que até então era um conjunto de módulos voltado para mainframes, até que em 1995 foram apresentados as primeiras aplicações do R/3, que ao contrario do seu antecessor, era voltado para o ambiente Cliente-servidor, sendo assim, não uma versão nova do R/2, mas sim um sistema diferente.

Estrutura
Um sistema SAP R/3 é composto por três camadas:

  • Frontend
    Application
    Database
  • Frontend é camada responsável por “exibir” as telas ao usuário.

    Application é onde são processadas as operações efetuadas, transferindo para o Frontend, os dados a serem exibidos. É nessa camada que os programas ABAP são executados.
    A camada de Application possui diversos serviços e processos (também chamados de Work Process) disponíveis.

    O desenho típico de uma instância SAP é um servidor de Banco de Dados com um ou mais servidores de Application. Isso garante a integridade dos dados, e permite uma distribuição de carga nos servidores de aplicativo entre os usuários.

    Work Process

  • Message: Serviço interno responsável pela comunicação entre as instâncias.
    Dispatcher: Serviço interno responsável pelo “despacho” das requisições para cada processo ou serviço.
    Gateway: Garante a comunicação externa com outros sistemas
    Enqueue: Processo responsável pelo gerenciamento da tabela de objetos de bloqueio.
    Dialog: Processo responsável pela execução dos processos visiveis pelo usuário.
    Update: Processo responsável pela atualização dos dados no banco de dados.
    Spool: Processo que gerencia a fila de impressão.
    Database, é a camada onde os dados são armazenados, quando a camada Application necessita de algum dado, o mesmo é requisitado a camada de Database.
  • Dicionário de Dados
    O Dicionário de Dados no R/3 é uma abstração de um (SGBD) Sistema de Gerenciamento Banco de Dados, e permite um gerenciamento centralizado de todas as definições de dados. Nele você pode criar todos os tipos de dados, para uso em programas ABAP ou em interfaces de módulos de função.

    Tipos Básicos
    Domínios
    O Domínio descreve a característica dos valores de determinado tipo, definindo seu tipo de dados e seu tamanho. Define também, a faixa de valores que o tipo pode assumir. O Domínio, é parte técnica de um tipo.
    Elemento de Dados
    O Elemento de Dados descreve o significado de um domínio, ou seja, a parte semântica de um tipo, como título, documentação e ajudas de pesquisa.
    Estruturas
    Estruturas são tipos de dados que possuem campos, mas que não possuem uma definição criada no banco de dados, ou seja, não é usada para armazenar dados. É mais usada, para evitar definições redundantes de tipos de dados.
    Tabelas Transparentes
    Uma Tabela Transparente é um tipo de objeto composto por um conjunto de campos. Cada campo possui uma definição semântica (Elemento de Dados), e uma definição técnica (Domínio).
    Ao ser criada no Dicionário, automaticamente é criada no banco de dados, um tabela espelho, com a mesma estrutura, mesmos nome, campos com o nome igual também, porém o tipo de dados de cada campo é traduzido para os tipos de dados permitidos pelo SGDB.
    Visões
    Visões são objetos que permitem que campos de uma ou mais tabelas seja agrupados para acesso mais ágil.
    Ajuda de Pesquisa
    Ajudas de Pesquisa, é utilizada para fornecer ao usuário, quando solicitado (F4), uma lista de valores possíveis para determinado campo.

    Principais módulos
    SAP MM – Material Management
    SAP SD – Sales and Distribution
    SAP FI – Financial
    SAP PP – Prodution Planing
    SAP HR – Human Resourses
    SAP PS – Project System
    SAP CO – Controlling
    SAP WF – Work Flow
    SAP QM – Quality Management
    SAP WM – Warehouse Management
    SAP AM – Fixed Assed Management
    SAP PM – Plant Maintenance
    SAP IS – Industry Solutions
    SAP BW – Businesse Warehouse
    SAP SM – Slaughterhouse Management

    Implementação

    Historicamente os projetos de implementação de sistemas de gestão ERP são complexos e demorados. Com o objetivo de reduzir a duração de tais projetos a SAP possui a metodologia ASAP Focus que se apoia em cenários de negócios pré-definidos e implantados em grande quantidade de empresas no Brasil. Tais cenários denominado SAP Best Practices Baseline (Brasil) atendem aos processos de negócios adotados por empresas de diferentes indústrias. Existem soluções prontas e empacotadas, em Português, para empresas químicas, produtos de consumo, manufatura discreta, varejo e serviços. etc. As áreas funcionais contempladas no Best Practices Package Baseline são:

    Time-to-Market
    Forecast-to-Stock
    Order to Cash
    Procure-to-Pay
    Serviços
    Contabilidade
    Análises
    Integração de Processo

    Uma das formas de instalar o sistema operacional nos netbooks é usar um pen drive bootável, justamente porque os netbooks não costumam trazer um drive de CD/DVD. Outra forma seria usar um adaptador SATA/IDE para USB (em um artigo futuro vou falar desse dispositivo, que é barato e agiliza muito a vida de quem quer um HD ou CD/DVD externo). Ainda é possível fazer a instalação de alguns sistemas com um programa que baixa e configura tudo pela Internet, caso do Wubi para instalar o Ubuntu ou do Goodbye-Microsoft.com, para instalar o Debian (se bem que o Wubi é um caso a parte porque não cria uma partição real).

    Essa dica é curta porque os comandos são poucos. Se por algum motivo você quer criar um pen drive de boot com o Windows Vista ou Windows 7, bastam alguns comandos em algum dos dois sistemas. Nos exemplos estou usando o Windows Vista.

    Conecte o pen drive. Faça cópia dos dados importantes que porventura possam estar nele, já que ele será formatado. Acho que não precisaria dizer, mas o pen drive deve ter espaço quando vazio, para caber o DVD do Windows desejado, seja o Vista ou o 7. Se você tiver gerado uma imagem menor, usando programas como o vLite, pode ser o espaço necessário para caber ela. O recomendável para o DVD do Vista ou 7 é um pen drive de 4 GB.

    Será necessário rodar o prompt de comando como administrador, para ter acesso ao dispositivo e ferramentas de formatação. Para isso, clique com o direito no menu do prompt de comando e escolha “Executar como administrador”.

    No prompt, rode o comando diskpart. Ele pode demorar alguns segundos para iniciar, quando estiver carregado aparecerá à esquerda DISKPART>.

    No prompt dele, digite:

    list disk

    Tecle enter após os comandos em vermelho, em cada linha (antes que me perguntem…).

    Ele vai mostrar os discos, status, tamanho. Identifique o seu pen drive pelo número: Disco 0, Disco 1, Disco 2, Disco 3, etc. Para saber qual é seu pen drive, observe a capacidade, já que seu HD deverá ser bem maior. Se estiver em dúvida, rode o comando com e sem o pen drive plugado para ver o que muda.

    Agora selecione o disco, digitando:

    select disk 1

    Cuidado para não digitar o número errado, senão você excluirá os dados de algum dos seus discos rígidos. Troque o número 1, naturalmente, pelo número correspondente ao seu pen drive.

    Rode estes comandos, dando enter após cada linha:

    clean
    create partition primary
    select partition 1
    active
    format fs=NTFS
    assign
    exit

    Você sairá do diskpart, mas ainda não terminou.

    Nota: você poderia formatar o pen drive pela interface gráfica do Windows, mas seria necessário recorrer ao diskpart para marcar a partição como “ativa”. Por isso vale a pena citar os passos já no diskpart :)

    Coloque no drive de CD/DVD a mídia do Windows que você quer copiar para o pen drive (lembre-se, Vista ou Seven, aqui não vale para o XP).

    Ainda no prompt (mas já fora do diskpart), alterne para a unidade do CD/DVD. Supondo que seja a unidade D:, digitaria:

    d:
    cd d:\boot

    Isso te leva para a pasta boot, do DVD do Windows. Rode o bootsect para tornar o drive bootável. Assim:

    bootsect /nt60 e:

    Onde E: é a letra da unidade do pen drive. Ao usar o diskpart você limpou o pen drive, criou uma partição e formatou-a em NTFS. Segundos depois de concluído o pen drive deve ter aparecido no “Computador” do Windows Explorer. Caso não, tire o pen drive e recoloque, para ver que letra será atribuída a ele. Agora lidamos com a partição, não com o número identificador do disco como foi feito ao usar o diskpart.

    Dado o bootsect como explicado, o pen drive é bootável para o Windows Vista ou 7. Só que ele não tem os arquivos do sistema em si.

    Agora vem a parte mais fácil, sem segredos: copie todo o conteúdo do DVD para o pen drive. Você pode pular as pastas de documentação ou extras, mas mantenha as essenciais. Na dúvida, copie tudo.

    Você pode copiar usando o Windows Explorer mesmo, desde que copie “certo”, deixando os arquivos da raiz do DVD na raiz do pen drive, e não criando uma pasta dentro do pen drive e nela colando o conteúdo do DVD (isso ocorreria se você copiasse o DVD clicando no ícone do DVD com o direito, na janela Meu Computador, e colando depois dentro do pen drive).

    Pronto! Você tem um pen drive de boot do Windows Vista ou Windows Seven, basta dar boot com ele, selecionando no SETUP da máquina a opção de boot pela porta USB.

    O que você viu usa comandos nativos do Windows, que não existem dessa forma no Windows XP. Se você usa o XP, precisaria recorrer a alguma ferramenta de terceiros para criar um pen drive de boot, sendo mais complicado. Ah, lembre-se que o XP já tem quase 10 anos…

    Instalar o Windows Vista num netbook não é uma tarefa muito agradável, visto que o sistema é pesado. Apesar disso eu coloquei uma versão modificada num Proview Compact-PC 81001, um netbook que usa o processador Geode da AMD, de 500 MHz. Veja o ridículo desempenho (mas rodou!): http://www.youtube.com/watch?v=USIOMh0cLkc

    Já o Windows 7 terá edição para netbooks, então instalar o Windows 7 RC pode ser uma boa idéia, desde que não seja em netbooks fracos. Ele não é muito mais leve do que o Vista, requer 1 GB de RAM para rodar legal, mas o sistema é mais otimizado, digamos que um “Vista” com as arestas limadas.

    Instalando via pendrive:

    Este tutorial é composto de 3 fases.

    1ª fase – Criando um pendrive bootável do WinXP

    2ª fase – Instalando o Windows XP no seu EEE PC 701

    3ª fase – Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

    – 1ª Fase: Criando um Pendrive Bootável do Windows XP

    O que vai precisar: Um computador com um Windows 32bits instalado

    - CD Windows XP – DVD que acompanha o seu EEE PC701

    - Pendrive de 2GB ou mais.

    Os seguintes programas: USB_PREP8, PeToUSB , e Bootsect.exe que podem ser baixados neste link. 

    Extraindo os arquivos:

    - Crie uma pasta no seu desktop, por exemplo: XPonUSB

    - Extraia os arquivos do arquivo Bootsect.zip , USB_PREP8, PeToUSB.

    - Copie o arquivo executável PeToUSB dentro do diretório USB_prep8.

    - Certifique-se de que seu pendrive esteja inserido numa porta USB.

    - Dentro do diretório USB_prep8, dê um duplo click no arquivo executável usb_prep8.cmd.

    - Abrirá uma janela como visto abaixo:

    - Pressione uma tecla para continuar.

    - Aparecerá a seguinte janela:

    - Certifique-se de que as configurações estejam iguais às da figura acima.

    - Click em “Start” para iniciar a formatação do pendrive (todos os dados serão apagados).

    - Quando a formatação completar, não feche esta janela.

    - Abra uma janela de prompt, através do menu “Iniciar – Programas – Acessórios – Prompt de comando”.

    - Dentro do prompt de comando vá para o diretório onde vc salvou o arquivo bootsect.exe

    - Digite “bootsect.exe /nt52 R:” Onde R: é a letra do drive do seu pendrive

    - Se tudo estiver correto você receberá a seguinte mensagem: “bootcode was sucessfully updated on all targeted volumes.”

    - NÃO FECHE a janela usb_prep8. Agora vc pode fechar este prompt de comando e a janela do PeToUSB.

    - Você verá a janela mostrada abaixo:

    - Agora você precisa entrar com as informações corretas nos números 1 e 3.

    - Digite 1 e pressione “Enter”. Um gerenciador de diretórios irá abrir para vc localizar os seus arquivos do Windows XP setup (geralmente o seu drive de cd-rom).

    - Digite 3 e pressione “Enter”. Entre com a letra de sua porta USB onde vc “espetou” o pendrive.

    - Digite 4 para iniciar o processo de cópia. O script irá perguntar se vc quer formatar o drive T:. Este drive temporário é criado para instalação do programa em cache. Pressione “Y” e “Enter”.

    - Terminada a formatação novamente pressione “Enter” para continuar, você verá o programa copiando os arquivos para o drive temporário criado. Terminado a cópia, novamente pressione “Enter” para continuar.

    - Você receberá uma mensagem perguntando se vc quer copiar os arquivos para o pendrive: Yes/No, click Yes. – Terminando a cópia dos arquivos, uma janela perguntará se você quer que o boot drive U: seja o drive de boot preferencial. Selecione Yes nesta janela.

    - Agora selecione Yes para desmontar (Unmount) o drive virtual. Parabéns!!! Terminamos a primeira parte, e vc já tem um pendrive bootável com seu Windows XP.

    2ª Fase: Instalando o Windows XP no seu EEE PC701

    - Verifique se seu EEE PC701 está configurado para “bootar” pela porta USB. – Espete seu pendrive numa porta USB e ligue seu EEE PC701. – No menu de inicialização vc tem duas opções, selecione a opção 2 para “text mode setup”. – Daqui para frente é como se fosse uma instalação normal do Windows XP. Na janela de instalação do Windows XP delete todas as partições existentes e depois crie uma nova partição usando NTFS.

    - Quando a parte de texto da instalação se completar, ele irá reiniciar em modo gráfico.

    - Espere o término da instalação do modo gráfico terminar, antes de remover seu pendrive da porta USB.

    - Pronto!!! Seu EEE PC701 já está rodando o Windows XP!!! S.: Se vc receber a seguinte mensagem na inicialização: Selecione o sistema operacional a ser iniciado: 1) Microsoft Windows XP Professional 2) USB Repair NOT to Start Microsoft Windows XP Professional Simplesmente edite o arquivo “c:\boot.ini” e remova a linha do USB boot, ou mude o timeout de 30s para algo mais rápido.

    - Na minha instalação eu recebi esta mensagem, e resolvi deletando a linha do USB boot.

    3ª Fase: Configurando os dispositivos internos de seu EEE PC701 no Windows XP

    - No mesmo Pendrive que já está o Windows XP, você pode criar um diretório chamado DVD_EEEPC e copiar dentro deles todos os arquivos do DVD, exceto o arquivo P701L executável do Xandros (que tem tamanho de aproximadamente 873mb).

    - Espete seu Pendrive no seu EEE PC701 e abra o diretório DVD_EEEPC que vc criou.

    - Dê duplo clique no arquivo “Setup” e espere a análise de seu sistema. No final da análise será que feito um boot.

    - Na próxima reinicialização, será aberto automaticamente uma interface de instalação dos drivers do EEE para o Windows XP.

    - Escolha a opção “Install All Drivers”.

    - Espere que o programa de instalação faça uma varredura de seu sistema e comece a instalação dos drivers. Três boot´s serão efetuados automaticamente. – No final vc terá o seu EEE PC701 completamente configurado para o Windows XP.

    Esse procedimento também funciona com outros Netbooks.

    Teste e poste aqui os resultados…

    Um abraço a todos e que a força esteja com vocês